No desdobramento das delações, investigações, mandados de busca e apreensão, conduções coercitivas, vemos um cenário político cada vez mais degradante no que diz respeito à índole dos nosso políticos.
A participação de empresas privadas em convênio com o governo é feita de forma legal, mas muitas vezes imoral. Partidos que são de "lados" diferentes da tal moeda política se unem em um movimento chamado corrupção. Se uma empresa deseja entrar em uma licitação, ou qualquer outro modo de seleção para um determinado serviço público, o governo tem a responsabilidade de seguir alguns passos para que isso aconteça e a empresa seja escolhida.
Até aí tudo bem, mas, nem tudo que é legal é também moral. É nesse momento, que partidos representados por seus políticos possuidores de moral "ilibada", são levados ao processo de enriquecimento ilícito, que parte de um procedimento legal.
Até aí tudo bem, mas, nem tudo que é legal é também moral. É nesse momento, que partidos representados por seus políticos possuidores de moral "ilibada", são levados ao processo de enriquecimento ilícito, que parte de um procedimento legal.
Pensando em mudar os rumos do país, milhares de pessoas foram às ruas no último mês, protestando contra a corrupção e não aceitando a presença de políticos da chamada "oposição do governo" em seu meio.
| Manifestações em São Paulo (FIESP) |
| Manifestações em Belo Horizonte - MG |
| Manifestações em São Paulo (MASP) |
Se formos pensar em mudar o nosso país, de que forma seria? Por voto? Mas como se numa lista de uma empreiteira constam nomes de mais de 200 políticos envolvidos em esquemas de corrupção? Pensar em voto que seja bem dirigido tem sido uma questão de vida ou morte em nosso país. A única saída possível para um país em crise econômica e política, engolindo uma pedra de cada vez para tentar resolver os problemas, seria a educação. Uma urgente e necessária mudança na educação para uma transformação não só do político, mas de todo cidadão.
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